Limitações de coletivdade.

tenho cabeça. até certo ponto[?].
pois é, não tenho cabeça.

[ei, tenho sim.]

certo sempre serei de que tenho cabeça.
por um momento, eu cheguei a duvidar.

nunca duvidei de você.
em hipótese alguma.


algum dia você já parou pra pensar na sua vida? você diz que sim, eu, particularmente, não acredito. na verdade, acho que nem eu mesmo, um dia, parei pra pensar na minha vida.

bbbbbbbbbbbbbig brother brasil? essa porra é toda combinada! maluquice.
chega.
chega.
chega.



arrogâncias fazem parte do negócio.



-


Obrigado, amigo(a). O lugar é seu.

Fluminense.

estou feliz.

me pergunte o motivo.
[imaginemos que estamos frente à frente, e você me perguntou: por que você tá feliz, fellipe?]

o meu time acaba de vencer, espetacularmente diga-se de passagem, o botafogo.

nesses e, não só nesses momentos, eu vejo o quanto o fluminense influencia no meu humor.
é uma paixão arrebatadora, quando vejo meu time entrar em campo, é coisa linda. e não existe emoção igual a de assistir a uma vitória dessas no maraca, impecavelmente colorido pela torcida das cores mais bonitas do brasil, quiçá do mundo.
o fluminense é muito mais do que apenas um clube de futebol.

ser fluminense é ser amor.

registro de vitórias:

Flu 2 x 1 Bota HHHAHAHAH THIAGO

SAUDAÇÕES TRICOLORES.

.

não soube como entrar em contato.
também não quis mandar e-mail, achei que seria muita intimidade.

então, espero que você volte, e leia meu agradecimento.

-

paulo tamburro.

Luz, câmera, eeeee ação!

teve uma vida conturbada, enraizado no vidigal, começa por ser órfão de pai e mãe. foi criado por irmãos mais velhos.
sempre foi o mais arisco. era, realmente, o que tinha mais chance de cair no tráfico. os irmãos, enquanto responsáveis, mostravam todas as suas qualidades e, no quesito criação, deram aula de como não se faz.
[entra música - stand up sit down/radiohead]
o ápice da vida desse garoto foi num assalto, de sua autoria, no ponto mais alto da av. niemeyer, num engarrafamento. ele acabou calculando mal, e ficou cercado pela polícia. tentava fugir, e a partir daí pega-se o bonde na história.
correu por entre os carros, por entre os tiros. dos tiros se desvencilhou, mas não das lembranças de sua vida. que, aliás, vieram, todas, naquele momento de adrenalina. a vida que levou, os momentos de fome, as esmolas recusadas, os tapas dos policiais, os momentos em que passou frio, e de volta ao mundo real, se viu de frente à um penhasco, apenas ele, e o mar.
talvez nessa hora ele tenha calculado certo.

uma última olhada por cima dos ombros, e tomou a decisão final.
correndo em direção ao infinito, tomou impulso no parapeito, abriu os braços, e, nessa hora, se lançou direto, em direção ao mar.

rezando ainda, pra que a queda fosse direto, de cabeça.

e, muito justamente, seu último desejo foi prontamente atendido.

[a música acaba ao mesmo tempo que ele cai nas pedras. mesmo tempo assim, exatamente]

Pelo menos uma vez no ano: mau-humor.

penso em Deus, penso nela, penso no meu futuro, penso em tudo.
mas ao mesmo tempo, parei de parar pra pensar em bobagens. parei de me preocupar com o que vão pensar. agora o importante é se eu vou estar confortável.
meu pai diz que chegou numa idade em que ele não tem que agradar a ninguém, as pessoas é que tem que agradá-lo. eu cheguei nesse ponto também, muito mais precocemente do que meu velho, mais-próximo, ancestral.
é mais fácil, apenas viver, e deixar o barco correr, do que ficar calculando cada passo.
já fiz muito isso. assim, MUITO MEEESMO.

'bom, acho melhor não, senão vai acordar fulano.' [foda-se, já são dez horas, não é mais hora de dormir]

'aí, acho melhor não cara, ele pode não gostar.' [e daí?! quantas vezes já colocaram cebola na porra do seu prato sem nem perguntar?]

se você, realmente, quer, apenas faça.

quando depende de outras pessoas pra que aconteça o que você quer, aí já são outros quinhentos. [tô quase tocando o foda-se pra isso também, sabe? fotos me irritam]

bom, minha vida tá ótima do jeito que eu resolvi levar.
é isso. desabafo é assim, espero que ninguém vista a carapuça e se sinta ofendido.

;)

ando mudando.

prefiro não falar sobre.
prefiro falar a que se deve essa mudança.

acabo de sair de um relacionamento - engraçado, não me imaginaria a uns meses atrás dizendo que foi um relacionamento - de maneira pacífica. numa boa mesmo. assim, sabe um funil? vai diminuindo, acabando, vai ficando escasso. então, foi assim.
nada de brigas, nada de arranca-rabos, xingamentos, ofensas e/ou historinhas na boca de 'fifis' de plantão.

ainda bem.

é meu papel assumir que foi muito construtivo tudo o que passei, até pra aprender a não cometer os mesmos erros, e também absorver o que havia de novo ali. foi uma relação que teve como base a amizade.
mal tivemos tempo de nos conhecer, nos conhecemos já namorando.
intrigas em paralelo à parte, achei que durou o tempo certo pra me fazer avançar um nível em relação à maturidade e outras coisas.
cobranças dos dois lados, fortes laços antigos e mais outros fatores que, ladeados pelo desânimo e mesmice foram minando a relação ao longo desses 1 ano e 4 meses. esvaiu-se simplesmente, 'morreu de velhice' como diriam aquelas pessoas que sempre costumam dizer esses jargões.

estou em paz, como nunca, aliás.

e por hoje, é só.
 

© Copyright O Céu. . All Rights Reserved.

Designed by TemplateWorld and sponsored by SmashingMagazine

Blogger Template created by Deluxe Templates