Primos-Irmãos.

Hoje eu acordei um pouco saudoso da minha infância. Saudade do tempo em que a minha maior preocupação era saber onde estavam meus bonecos prediletos, ou o que pedir no natal, essas coisas.
Minha infância foi passada em sua grande parte, dentro de um ambiente de muito amor e união. Minhas melhores lembranças são com meus primos, em Araruama, ou em festas de família, ou em qualquer passeio, ou em qualquer encontro dos pais/tios, onde a regra era não ficar parado. Fomos criados como irmãos, e temos isso no sangue, esse instinto fraternal de proteção e muito amor.

Hoje, eu passei o dia relembrando como foi bom cada momento, cada briga, (isso também acontece) cada abraço, cada brincadeira, e o melhor é que hoje isso se reflete numa relação sadia e muito carinhosa. Somos parte de nossas vidas, e vocês, como não podia ser diferente, fazem parte da minha história, e serão eternos.


Léo, Chris, Guigui, Lala, Lívia, Dioín e Vivi.

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As vezes, eu não tenho nada pra falar. Hoje não é bem o caso, eu até tenho coisas a dizer. Mas prefiro não.


Volte sempre.


[Sobre o título: eu avisei]

Marcelo Camelo e seus absurdos.

Numa boa, acho que o Camelo tá dando umas viajadas na farofa.

Na minha modestíssima opinião, ele é um excelente compositor, mas, assim, ele teve uma atitude que me... assustou, digamos assim.

Numa daquelas apresentações "despretensiosas" do 'música de bolso', onde aliás numa outra dessas, ele toca, com notável destreza, - nunca enxerguei Marcelo Camelo como instrumentista, e esse vídeo de Téo e a gaivota me surpreendeu positivamente - a música Téo e a gaivota, na esquina de um bar de São Paulo.
Mas como eu ia dizendo, ele, num total desatino mental, gravou um vídeo onde teve um surto de, muito louca, pseudo-genialidade e, num canteiro central de uma daquelas vias de sampa, fez barulhos... barulhos não, ruídos bizarros com uma guitarra e um objeto não-identificado. Querendo passar uma impressão de que tipo, o que ele fez ali, poucas pessoas conseguiriam entender, mas do jeito que foi, não passou um milímetro do que, hoje, é chamado de patético. O pior é que teve gente que quis sair em defesa, não sei, passar uma impressão de intelectualóide-modernex, e comentou a favor e tal... Sinceramente, eu não sei qual foi a intenção dele. Não sei se há algo por trás disso e eu não fiquei sabendo... Sei lá, alguma piada, ou algum assunto interno...
Enfim, não sei.

Se não há nada por trás, não há nada que possa ser entendido ali.

Eu sei que, aquilo visto por uma pessoa normal, soa prepotente, arrogante, sabe?
Ele tá achando que tá num nível, que, definitivamente, ainda não tá. Acho até que ele tenha potencial pra chegar naquele nível onde até esquisitices são bem vistas, como por exemplo, se o Chico Buarque cantar Parabéns pra Você em javanês, alguém vai conseguir a proeza de ver algo poético nisso.

Ou então, ele anda se aventurando em coisas mais pesadas, se é que me entendem.
Ou isso.

-

Acho que depois de um namorico com uma menina de quinze anos, estando ele pra lá do auge dos seus trinta, ele fazer isso, só nos reforça a suspeita de que, realmente, Marcelo Camelo precisa de um psiquiatra, e urgente[!].

Pois bem. Tirem agora, vocês, suas próprias conclusões.
http://www.youtube.com/watch?v=1Gk1sMNKL7E

Eu espero, mas continuo andando.

Acho que a vida é longa, não há porque ter pressa.
As coisas podem demorar, mas elas sempre acontecem, afinal, se o final não foi feliz, é certeza de que ainda não chegamos ao final.
Você sabe do que eu tô falando. No fundo, no fundo, você sabe.


Um beijo.

Parei.

Parei de viver. Pensar. Agir.
Decidir. Conversar. Discutir.
Respirar. Idealizar. Dominar.
Mover. Juntar. Querer. Pesar.
Medir. Conquistar. Admirar.
Saber. Unir. Amar. Sentir.
Subir. Descer. Ouvir. Dizer.



O superficial é o meu máximo, por hoje.
Não falo de vida pessoal. Desculpa.

É nós.

Os Pais.

Gostaria de fazer um agradecimento aqui.
Quero agradecer, de coração, a algumas pessoas que foram, estão sendo, e serão, sempre, as pessoas mais importantes da minha vida.

Quando eu estive doente, ou quando não conseguia resolver um problema de matemática, ou quando não tinha grana suficiente pra levar a gatinha ao cinema, ou quando dava uma topada no pé da mesa, ou quando tinha pesadelos, ou quando tive medo, ou quando...
Eu poderia ficar aqui, citando inúmeras situações onde essas pessoas, tiveram papel fundamental para que fossem encontradas soluções para os meus problemas, ainda que eles tivessem milhões a serem resolvidos. Portanto, venho hoje agradecer aos caras que me concederam o direito de viver. Agradeço então, pela minha personalidade, meu caráter, meu gosto musical, meu jeito de ser. Agradeço pela minha vida, minhas coisas, meu modo de enxergar a vida e de lidar com ela.

Lembro de alguns momentos, flashes na verdade, de uma infância rodeada de muito carinho e atenção. Quando meu pai ouvia Tony Bennett e James Taylor do meu lado, talvez ele não soubesse o bem que me faria, uma vez que hoje não sou escravo dos funks, pagodes, axés e afins pelo mundo afora. Ou quando eu via minha mãe fazer chacota de tudo, levando a vida como numa brincadeira, camuflando os problemas pra que eu tivesse tranquilidade, levando as coisas do jeito que só ela sabe levar, assim, sempre de bom-humor. Ou quando meu pai me ensinava o que é agir com honestidade e hombridade, preservar valores, construir conceitos, mostrar personalidade. Ou quando minha mãe me mostrava o valor da família na vida de uma pessoa, o quão importante é ter essa base. Ou quando...

Enfim, essas pessoas tem grande parcela de culpa sobre o resultado do que eu me tornei hoje.
Agradecer não é bem o certo, acho que temos a obrigação de protegermos, uns aos outros pois, nós, - digo nós três - querendo ou não, temos um laço de amor que nunca vai acabar.

Dívida eterna com esses caras.
Se eu pudesse, eu lhes daria o mundo.

Silvio Leite e Silvana Pires, a quem eu direciono todo o meu amor incondicional, desde sempre, para todo o sempre.


Muito obrigado.

Arrependimento.

Uma das coisas sobre as quais mais se tenta ensinar, é sobre o arrependimento. Alguém aqui já se arrependeu de algo que disse, alguma vez na vida? Alguém aqui já tomou uma atitude que, momentos após, se tornou uma atitude que nunca teria sido tomada, se não fosse aquele maldito motivo? Pois é.
Eu tento, insistentemente não tomar atitudes pelo impulso, ou pelo menos, quando essas atitudes me passam pela cabeça, eu procuro dizê-las a alguém, para que, talvez, esse alguém possa me impedir. Mas há situações em que não se pode esperar, é preciso que se tome uma decisão, é necessário. Como quando numa estrada, se chega numa bifurcação.

Nesse exato momento, me encontro entre a cruz e a espada, não sei que atitude tomar quanto à esse assunto, os dois lados da balança se equivalem, considerando as coisas de forma geral, acaba ficando tudo muito igual, não havendo o fiel da balança. O fiel da balança até existe, mas acho que ele perdeu um pouco de peso, pro lado de lá. Eu poderia esperar pra ver o que vai acontecer, eu poderia fechar os olhos pra o que acontece, mas, parece que há alguém querendo me lembrar sempre que talvez, não seja bem eu, o grande protagonista da história.

Tenho opções. Alternativas a escolher sobre o que fazer. Já pensei e repensei sobre o assunto, pedi opinião a algumas pessoas, o que não ajudou muito, quero dizer, as opiniões foram todas muito bem divididas, enfim... o problema caiu no meu colo novamente.

Infelizmente, eu sei que há a possibilidade de arrependimento, mas, parece que eu estou numa bifurcação em Y.

Sonho.

Um dia de Sol na Califórnia, um dia de churrasco no quintal com a família, o deserto está longe, os carros, a cidade, tudo se move sem parar, o amor faz parte do ambiente de sua casa, e sua sogra não se encontra, só mulher e filhos. A rua está limpa, só há folhas no chão. Você então, subitamente, entra no carro e, sem satisfações, pega a rodovia e segue, deixando tudo aquilo pra trás. Todos sem saber o porquê, só você tem essa resposta dentro de você. Só você sabe o que você busca nesse momento. O vento, o Sol, tudo está perfeito, é um típico dia lindo.

Já voltando, o Sol já está se pondo, você pensa na família, em tudo de novo, e quando chega, há apenas um pedaço de carne, bem dura, na churrasqueira e não há ninguém em casa.
Você se senta, pega uma cerveja na geladeira, liga a tv e percebe que tudo isso é um sonho, e que você, na verdade, é brasileiro, mora no Rio de Janeiro, mas já ciente disso, você continua lá no seu sonho 'real', está passando um jogo de futebol americano, mas nem tudo é tão normal como era, momentos antes de você sentar-se no sofá. Você resolve então viver a sua vida americana, mas tendo noção de que é brasileiro, e de que tem seu gosto 'brasileiro' pela vida.

Olha no calendário, vê que hoje é terça, 'opa! eu jogava um futebol toda terça.'. Não joga mais, você tá nos Estados Unidos. E ao longo desse final de dia, você nota que não tem ninguém, a sua família não existe mais, você está sozinho na casa, de repente uma vontade de sair dali, tudo o que você quer é voltar a ser quem era, morar onde morava, mas você tá preso ali naquele sonho, o que resta é esperar tudo passar, você então, se senta no sofá novamente, e começa a pensar, quando alguns minutos depois, pega no sono.

Acorda, olha tudo em volta, ainda com tudo muito vivo na cabeça, e agradece por estar deitado na sua cama, e saber que está de volta ao seu lugar.

Os pássaros.


eu aflitoesó confusosem vocêporaqui assim eu sonhei masisso eunãoquis que diferença o dia se fez assimhá um conflitoumnó eu difuso enfim os pássaros vem melevaraí visitar o céu e pra vervocê levantando o véu, pra mi-im. mas eles só mevêem quando eujánão seise eu estou são o queé umsonhoruim o que é umsonho bom, que diferença a vida é igual, é assim, EU NÃÃÃO SEI, e-eu nãããão sei, nã-ão sei se issoévocê, quem bate aí, se é pr'eu te verentão deixa eu dormir.
 

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