ALEX.

nós, terráquios, - seres humanos ou idiotas, como queiram - criamos laços com nossos irmãos, tendo como limites o amor e o ódio. amor sem limites e ódio sem limites, levando-se em conta que, pessoas são odiadas, assim como coisas.
o ódio desperta o que há de ruim dentro de cada um, nos atiça o desejo de ver o mal acontecer.
-não me julgue por ser hipócrita. ou vai dizer que você nunca desejou que aquele filho da puta pisasse num prego? -
e quando isso acontece, uma pequenina satisfação toma conta de nossas cabeças, ainda com base no argumento acima.

agora, e quando se ama?

quando aquela pessoa muito querida, que não merecia ser picado por uma mosca, pisa no prego, ou, (por que não?), morre.
e aí, meu amigo?
é lógico que há uma força maior que rege toda essa roda, mas, como numa espécie de desabafo mesmo, eu pergunto: por que?
como faz pra lidar com isso?
por que nós temos que ficar procurando razões pra fatalidades que não tem a mínima razão?
por que faz sol a semana toda, e chove, exatamente, no dia da bendita festa?
por que o céu é azul e o sol amarelo?
por que não todos se amando e vivendo perpétuamente?

por que?

e assim nós vamos ficar alex, talvez pra sempre, perguntando a nós mesmos o por que de você ter nos deixado tão cedo.

-

a festa no céu começa hoje, e não tem hora pra acabar.
(L)
 

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