Meu Avô.

Olá, volto a postar no blogspot, mas agora de cara nova! E para brindar minha volta, vou contar uma história de um cara muito bem quisto por mim. O meu avô. Ele mesmo. O Darly Neném. Malandro de Marechal. Aquele que nunca dá mole pra “kojak” – como ele mesmo diz.

Mas infelizmente, um dia, o malandro se deu mal. Haha.



Em mais uma noite louca dessas dele aí, – pra quem não conhece, Darly Neném é um dos boêmios mais conhecidos da região, mas hoje, já com sua idade avançada, não consegue dar conta de toda a festança. – saem ele e os amigos, a fim de tomar umas, e comemorar a chegada de mais um fim de semana.

Como de costume, Seu Darly - como é chamado pelos mais distantes - começou a ficar locasso. E ele quando fica doidão, fica mesmo. Mal consegue andar, ou melhor, mal consegue parar em pé. E algumas vezes, acidentes de percurso se fazem presentes em suas aventuras. Enfim, nesse dia, ele queria parar pra beber na sinuca. Muito bem. Ao chegar no recinto, ainda do lado de fora, ele, já embrasado, sentiu aquela vontade avassaladora de ir ao banheiro fazer o nº 2. Ele, que estava com mais um amigo, virou-se para o amigo e disse:

- “Ô Fulaninho, vou cagar ali no cantinho aqui na rua mesmo.”

E ficou tudo certo. O amigo consentiu com a cabeça, e ele foi. Parou em frente ao portão de uma oficina, aliás, oficina essa, de um grande amigo dele, abaixou a bermuda, e largou o saci lá mesmo. Após alguns minutos, trabalho feito, Darly se recompõe, veste a bermuda mais uma vez, e tranquilamente, faz um sinal para o amigo que vai logo entrando. Darly conhecido como ninguém no seu bairro, entrou e foi quase ovacionado pelos amigos – tá, quase ovacionado eu dei uma forçada, mas todo mundo gosta do coroa.

Eis então que algum amigo dele tem a brilhante idéia de convidar Darly Neném a sentar-se e “sem cerimônia, porque hoje é tudo por minha conta”.

Darly, assim que se sentou, sentiu algo esquisito, meio quente e gelatinoso, na parte de trás, por dentro de sua bermuda. Mas, como um bom malandro que é, deixou quieto e do jeito que tava ficou. Só que começou a subir um cheiro insuportável, e as pessoas se perguntavam entre si se alguém tinha soltado um peido, ou sei lá, alguma fossa estaria aberta ali perto. Enfim, alguma coisa tinha que estar exalando aquele odor fétido.

Isso até quando ele não pode mais esconder. Levantou-se, e viu que todo aquele cocô que ele pensava ter despejado no portão da oficina, estava alojado em sua cueca o tempo todo. Depois de muito ter sido sacaneado, Darly Neném não contava com essa. Não contentes com a desgraça alheia, os "amigos" de Darly, resolveram o levar para um lava-jato de posto de gasolina. Abaixaram as calças e as cuecas dele, e meteram aquela mangueira onde a água sai fortíssima, na bunda do coroa. Sacanagem.



Mas tá valendo. Isso mostra que eles são coroas com a alma jovem.

É legal.

Talvez eu faça isso com alguns dos meus amigos. Temos a alma jovem. =D
 

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